Santa Catarina tem mais de 3 milhões com biometria cadastrada

Três em cada quatro eleitores do Estado já realizaram o cadastro biométrico

Dos 5.136.850 eleitores de Santa Catarina, 3.853.972 já cadastraram a biometria na Justiça Eleitoral. Isso corresponde a 75,03% do eleitorado catarinense. As informações são do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SC).

Em 2020, ocorrem as eleições de prefeitos e vereadores em todo o país, com o primeiro turno em 4 de outubro, e o segundo turno, nos municípios com mais de 200 mil votantes, em 25 de outubro. Em Santa Catarina, pode haver segundo turno em Florianópolis, Joinville e Blumenau, caso nenhum candidato faça 50% dos votos válidos mais um na primeira votação.

Em 2019, 126 cidades passaram pelo processo de revisão do eleitorado com cadastramento biométrico obrigatório. Em anos anteriores, foram 62 municípios. A biometria dos eleitores ainda está sendo coletada de maneira ordinária em outras 107 cidades, com comparecimento voluntário do eleitor.

No país, até o momento, mais de 113,5 milhões de pessoas realizaram o cadastramento biométrico, número que corresponde a mais de 76% de todo o eleitorado brasileiro, hoje contabilizado em 147,6 milhões de eleitores.

Os dados completos do eleitorado catarinense, dividido por município, podem ser conferidos na página Dados Abertos do TRE-SC.

Biometria

 

Ao instituir a biometria, a Justiça Eleitoral lançou mão, mais uma vez, de recursos tecnológicos para proporcionar ainda mais confiança às eleições do país.

O Programa de Identificação Biométrica foi criado em 2008 com o objetivo de registrar dados biométricos – que incluem a coleta de impressões digitais, fotografia e assinatura – de todos os eleitores, em âmbito nacional, para dar ainda mais segurança ao processo eleitoral. É a garantia de que uma pessoa não possa se passar por outra ao se apresentar para o exercício do voto.

Obrigatoriedade

 

Se o cadastramento biométrico já for obrigatório na cidade e o eleitor perder o prazo definido em cronograma pelo TRE, ele poderá ter o título cancelado. Sem o documento, o eleitor não conseguirá emitir passaporte nem carteira de identidade. Se tiver função ou emprego público, poderá ficar sem receber o salário. Além disso, não conseguirá obter empréstimos em bancos públicos nem se matricular em instituições de ensino, entre outros impedimentos.

Fonte: NSC
Foto: Imagem ilustrativa | Google
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